corrida noturna

Postado em Histórias em abril 3, 2009 por Gero

6aiPassava por aquela rua semi-deserta todas as vezes em que voltava de minha corrida noturna.
O lugar era mal iluminado e havia pouco movimento de pessoas no local
Encontrava também uma senhora, sempre sentada no banco do ponto de onibus, que ficava logo a frente de um muro de tijolos destruido pelo tempo.

Sempre por volta das 22h, eu, já cansado do meu percurso pelo bairro, caminhava vagarosamente para recuperar meu folego esgotado.
Notava a presença estranha, quase sempre solitaria, daquela senhora, que se vestia como cigana e cheirava fortemente a cigarro barato e tabaco
Já havia percebido também que ela não dispensava a companhia de uma garrafa sem rotulos com um liquido de cor bem clarinho. Pinga pura no meu entender.

Suas roupas eram velhas e surradas. Vestido cigano colorido.
Seu sapato, de veludo azul marinho, provavelmente contava historias de suas longas caminhadas até aquele local. Ela estava sempre por ali.

Por vezes, era inevitavel não passar a sua frente. Quase sempre puxando o folego que me restava nos pulmões.
E mesmo a contrar gosto, esse dia resolvi dar uma parada em frente ao ponto de onibus. Para respirar melhor.
Estava exausto a beça.
E a presença dessa velha me incomodava. Como sempre.
- Psiu,, psiu!!
Ouvi ela me chamando sentada, logo atras de mim
- Ô garoto, olha aqui pra mim!
Me virei para atende-la
- Tem 20 reais ai para me dar?
- Não minha senhora, eu não tenho.
- Quanto vc tem ai?
- Eu só tenho alguns trocados, mas vou precisar deles para comprar minha janta logo mais. Lamento senhora.
- Tudo bem garoto, não faz mal. Mas, olha, chega aqui mais perto pra eu te falar uma coisa.
Dei dois passos em sua direção.
- Por 20 reais eu chupo seu pinto, ali atras daquele muro ó…
Não esperei que ela terminasse sua conversa. Sai rasgando dali.
“Mas que velha filha-da-puta!” – Pensei. “Vai chupar minha rola na casa do caralho!!!”

Minhas corridas continuavam, quase toda noita da semana. O trajeto era sempre o mesmo. E na passagem rotineira por aquela rua, a senhora estava quase sempre lá. Com sua garrafa, seu cigarro e seu sapato de veludo.

- Psiu,, psiu!!! Vai deixar eu chupar ou não vai??
- Vintinho eu chupo pinto como se fosse bala
Porra.. que nojo daquilo!.
Aquela boca quase sem dente…
Me dava calafrios só de imagina-la me abocanhando o pinto

Por volta de uma semana depois, passando mais apressado do que nunca pelo local, avistei dois vultos se mechendo atras do muro. Aquele do qual a senhora sempre se referia.
Reconheci mesmo a distancia que era ela e mais outro alguem. Maldita curiosidade a minha.. ainda morro por ela.

Me aproximei o suficente para nota-la ali agachada, na altura da cintura de um garoto, muito jovem para estar ali. E ele estava de pé a sua frente, com as calças arriadas. Sendo chupado loucamente pela senhora.

Me posicionei no vão maior do muro de tijolos, escondendo-me cuidadosamente entre as sombras. E os observei com atenção.
“Chup..chup..chup..” Era o barulho daquela bocarra sem dentes, engolindo o menino pelo pinto.

Agachada de cócoras, a danada mantinha a mão por entre a abertura do vestido, tocando aquela velha buceta mal cheirosa. Fazia isso tão rapido com a mão, que o que ouvia me lembrava colheres batendo em massa de bolo na panela. “Slap.. slap..slap…”, chaqualava o dedo em um barulho molhado entre as pernas.

Notei que sua calcinha estava no chão. Bem abaixo de seus pés. Era vermelha cor de vinho e parecia servir em um elefante.
O garoto aguentou por mais alguns minutos, até que tirou o pinto pra fora da boca dela pra gozar. Nisso, por um descuido meu, a senhora repara a minha presença ali escondido.
Enquanto o garoto, assustado por ter me visto, se manda no pique dali. Corre para a rua. Some virando a esquina.

- ô menino, tá olhando o quê?, vc vai querer uma chupada daquela também?
Agora era a hora de eu correr e mando logo dali tb, deixando apenas a velha senhora subindo sua calcinha. Que veste mesmo um elefante.
- foge não menino.. foge não…

Mas no dia seguinte não teve jeito. Acordei incomodado, sem saber o porque. Imaginava uma boca sem dentes.. de mordida macia.. me chupando até o saco. Pensava naquele cheiro horroroso de buceta mal lavada
e percebia o quanto isso me impressionava. Aquele barulho nojento dos dedos se mechendo entre as pernas da velha moça, cigana, não parava de me perseguir. Sabia porém que precisaria de 20 reais naquela noite.

Logo mais já chegara o momento da corrida.
Não admitia isso a mim mesmo, mas levava o dinheiro comigo,
guardado em meu bolso.
No trajeto de sempre, observava e sentia meu pinto se debatendo solto dentro do shorts. Pensava se era por ver aquilo que a senhora pediu para me chupar. Não queria aceitar que fosse apenas por causa da grana
Que ela torraria em pinga provavelmente.

Mas a noite treminou bem para mim.
Na rua em que costumava sempre a encontrar, não me deparei com essa mulher. Nem por detras do muro de tijolos, onde ainda pude dar uma espiada.
Voltei para casa ainda levando o dinheiro. Possivelmente pensando como melhor gasta-lo depois. E com uma vontade doida de ser chupado

corroendo

Postado em Reflexões em março 18, 2009 por Gero

sleep

Eu bem que tento ignorar
esse rastro que ouço a cada noite
quando deito minha cabeça exausta
para dormir

Eu simplesmente os acompanho, com meus ouvidos,
eles se mechendo para todo lado
Procurando por comida
ou simplesmente
procurando corroer

Pertubam a paz de um sujeito comum
Rasgam seu disfarçe
Consomem sua fraqueza
Esses merdinhas escancaram até as aflições
De um misero, salafrário
Sujeito comum

Malditos ratos no meu forro
Farão esse teto cair em minha cabeça
A qualquer hora do dia
Ou então no descanso da noite
Enquanto eu sonho com você
Derramando leite quente
E mamando ele todo sobre mim

Mas que porra de leite é esse,
Precisa estar assim tão quente?
E afinal de contas, daonde vem tanto rato 
para vasculhar no meu telhado?

Mais parece a cosciência se alastrando

Minha casa é que foi feita para eles
E essas pestes estão lá desde que tudo se ergeu
Eu é que não notava até então
Tantos ratos no meu forro

Corroendo

barganha

Postado em Histórias em março 4, 2009 por Gero

barganha

Parte 1: Churrasco e bebidas

Por volta das 22h eu já sabia que a casa da vizinha estava bombando.
O cheiro tentador do churrasco e o insuportavel volume do pagode diziam isso a qualquer um.
E eu em casa, sozinho, não teria melhor opção naquela noite do que dar uma passadinha por lá e me enturmar com a garotada.
O portão da casa estaa aberto. Era gente entrando e saindo sem parar.
Os garotos com suas bombetas caracteristicas. As meninas na febre para chamar a atenção. Bebadas ainda riam alto para que todos nota-sem o quanto são interessantes.
E eu ali no meio, destoando do comportamento futil da molecada.
Mas bebia e comia igualzinho a eles.
Não vou ficar secando muito as menininhas para não dar muito na cara. Fora a menina, minha vizinha, ali eu só conhecia mais 2 ou 3. Preferi então ficar junto com os rapazes, que bebiam até travar.
Mas não travavam.
Como o consumo de cerveja era muito grande por ali, criamos todos um sistema de rodizio para manter o abastecimento de bebida para a galera.
Estavamos nos fundos da casa, ao lado da churrasqueira, nos servindo de bebida e comida. O encarregado da vez de abastecer a mesa com bebida deveria se dirigir a cozinha, no outro comodo da casa, e trazer algumas garrafas que estavam gelando dentro de uma enorme geladeira.
Na minha vez de buscar bebida, já estava me sentindo meio zonzo.
Já ria e falava besteira no mesmo nivel intelectual da molecada.
Um verdadeiro trintão adolescente.

Parte 2: Proposta indecorosa

Quando cheguei na cozinha encontrei minha vizinha e uma amiga assalatando a geladeira a procura de cerveja.
Já estavam as duas bem alegres com duas garrafas em cada uma das mãos.
A amiga seguiu para o churrasco no fundo da casa e minha visinha resolveu ficar por lá na cozinha onde eu também estava. Talvez quisesse me pedir alguma coisa.
Como sempre fazia.
– Vizinho, querido, tá gostando da festinha?
– Tô sim queridinha, o pessoal tá bem animado por aqui. – responde de imediato.
– Sabe que eu e minhas amigas daqui vamos sair em rolê pela cidade.
– É mesmo?
– É vero, mas eu tó com um probleminha em relação a esse esquema que estamos pensando em fazer.
Eu já conhecia essa tatica manjada da garota. Só espero para ver no que dá.
– Que probleminha é esse?
– É que eu tô durinha da silva, sem um puto no bolso.
– Putz, que chato isso, hein menina?
– Nem me fala.
E então se aproxima, bem manhosa.
– Será que não pode me ajudar não? – Deixa as garrafas de cerveja que carregava em cima da pia da cozinha e me encara nos olhos.
– Te ajudar de que maneira? Quer que te empreste uma grana pra sair?
Seus olhinhos caramelos brilharam. Não se conteve e me abraçou forte e ficou com os braços dependurada no meu pescoço.
– Se vc me emprestar 50 reais eu prometo que lhe pago assim que minha mãe voltar pra casa amanhã!
Até parece que eu acredito em você, menina.
Fica pendurada no meu pescoço como se fossemos os dois dançar uma valsa de baile de debutante, só para me convencer que ela era uma menina carinhosa.
Faz parte do jogo de charminho dela aproveitar e seduzir o vizinho babão aqui.
Eu retribuo o abraço coladinho dela e seguro sua cinturinha. Eu, naquela altura, já estava caindo direitinho na dela, mas estava gostando.
E como diante de um raio fulminate de pensamentos avassaladores em torno da garotinha, a minha vizinha, dei ouvidos a minha cabeça de baixo. 
– É só cinquentinha que vc tá precisando? Eu tenho mais aqui na minha carteira.
– Jura mesmo?? Quanto vc ten pra me emprestar? Aiiii.. vc é um anjo mesmo, sabia????
E engata de frente pra mim, me abraçando rosto a rosto novamente.
E a vontade fermentando dentro de mim.
– Eu te dou 100 se vc quiser, desde que faça algo por mim também.
– Aé? O que vc vai querer que eu faça? Quer que eu te apresente alguma amiguinha minha que esta aqui??? – e ria que não parava mais.
– Não.. imagina.. não é isso não.
– Nossa.. então eu não sei o que quer. Tó até com medo agora do que vc vai me pedir.
Seguro em seu queixinho e me aproximo para falar bem no seu ouvido.
Minha barba mal feita desliza em seu ouvido direito, causando um pequeno arrepio na menina.
Era só isso que eu precisava ter visto. O resto era comigo mesmo.
– Eu te dou 100 reais agora na sua mão se vc me deixar chupar vc um pouquinho. – pronto.. acabei falando.
– Aãããh?? O que foi que vc disse??? Você tá louco cara???
Apertei ela mais forte em meus braços, para não deixa-la fugir.
– Olha só.. agente faz assim. – abri minha carteira e saquei 2 notas de 50 reais, passando para suas mãos. Ela estava assustada.
– Eu te prometo que não demora. É só um beijinho no meio das suas pernas. Não precisa nem tirar sua saia nem sua calcinha.
– Você tá louco cara, vc tem namorada, eu também tenho um. Você é mesmo um abusado, sabia???
– Não é nada disso menina. Se preferir a gente faz diferente então. Você só me deixa olhar.. pode ser até no seu quarto mesmo, com a luz meio que apagada. São 100 reais só pra dar uma olhadinha, não acha jsuto?
– Até parece que é assim… não é só me olhar que vc quer não…
– Te dou 150 reais então… e vc me dá só 2 minutos pra olhar vc sentada na cama de saia e de calcinha. Melhor assim.
Abracei ela de forma bem carinhosa e percebi que ela ria meio sem graça, olhando pro chão.
Era um bom sinal.
– Me dá 5 minutos.. vou pensar no meu quarto, ai eu te aviso se vai rolar ou não, tudo bem?
– Pode ser, vc é quem manda.
Dito isso a garota me devolve o dinheiro na mão e se manda apressada, subindo direto ao seu quarto.

Parte 3: Proposta aceita

Esperei 5 minutos, 10 minutos e nada dela aparecer ou me chamar.
Resolvi subir até lá para conferir.
Já nos ultimos degraus da escada, ouço o som de uma conversa ao telefone vindo do seu quarto, que ficava no fim do corretor.
Vou de mansinho, passo-a-passo em direção a sua porta e espio pelo vão que esta entreaberto.
Noto ela sentada na cama, conversando com alguém no telefone.
Pelo tom da conversa imagino que seja o namorado.
A ligação se encerra e ela coloca o telefone no gancho.
E eu entro devagarzinho, mas antes apago a luz.
– Quem é que tá ai.. é vc por acaso?
– Sim.. sou eu, mas fala mais baixo que alguém pode ouvir.
– Desencana cara, desisti da sua ideia.
Mas antes que ela tenha uma resposta minha, me atiro em cima dela na cama.
Parecia uma brincadeira de crianças.
Ela ria e dizia.
– Para com isso, seu louco, tá me machucando os punhos.
Pego mais leve com ela, mas não saio de cima ainda.
– São 150 reais menina.. só por 2 minutinhos – aliso também seus braços.
Parece que ela começa a se render a minhas intenções.
Me sento ao seu lado, beijo seu pescoço e acaricio seu rosto.
Ela fecha seus olhos e apoia a cabeça em meus ombros.
Acho que finalmente havia domado a fera.

Parte 4: Trato é trato

“Chupa essa menina! Chupa ela de calcinha e tudo” – era a voz da conciencia.
Ao erguer sua cabeça novamente me empurra para fora da cama.
Caio no chão sentado a sua frente e observo ela levantar as pernas para tirar a calcinha por baixo da mini-saia.
Assim que a tem na mão arremessa com violência em minha cara.
Sinto o cheiro do sio. O suor suave naquela minuscula calcinha de cor escura.
Azul talvez.
Ela agora ri feito criança. Prestes a aprontar uma das suas.
Se vira no sentido da cabeceira da cama e ascende seu abajur.
A luz alaranjada dá um tom sofisticado ao quarto escuro.
O clima está ideal.
Ela volta a se sentar na cama de frente pra mim, agora tocando os pés descalços no chão.
- Cadê o dinheiro? Deixa ele comigo – falava em tom de ordem.
Do meu bolso volto a sacar minha carteira. Passo os 150 reais para a garota. Ela coloca as notas debaixo do seu travesseiro.
E gentilmente abre um pouco as pernas para o lado, indicando o caminho para mim.
Sua mini-saia preta quase esconde sua xoxota.
Leva as mãos entre as pernas como se quisesse sentir a temperatura.
Nisso me aproximo ainda sentado.
Beijo seu joelho e sinto sua pele arrepiada.
Nada de beijo na boca… vou direto com sede ao pote.
Encosto em sua buceta. Toda molhada mas fechadinha. Pouco uso, como já suspeitava.
Ao sentir minha lingua acarriciando ela se deita na cama. Joga as pernas sobre meu ombro.
E geme baixinho.
- Eu quero mais dinheiro….aaaahhh… se vai me chupar toda eu quero mais dinheiro…. – a ganancia nem sempre tem explicação.
No primeiro instante que introduzo meu dedo para abrir sua xota um pouquinho mais ela repentinamente se ergue afoita.
Em um reflexo rapido assalta minha carteira do meu bolso e a abre bem na minha frente.
- Você tem mais dinheiro aqui seu sacana!! Tem mais 50 reais que agora são meus também!!
Surpreso diante de tamanha audácia da garota pulo em cima dela na cama. Precisava mostrar a ela antes de tudo quem estava dando as cartas naquela rodada.
Tomo minha carteira de suas mãos e a prendo embaixo de mim.
- Me solta!!! ME SOLTA!!
- Você quer mais dinheiro, é?? Eu te dou mais dinheiro.
- Eu te dou tudo o que eu tenho. São mais 100 reais, essa nota e mais 5 de 10 reais, é isso que vc quer??
- A gente combinou seu idiota.. se vai fazer isso comigo vai ter que me pagar o que eu quero mesmo!!! ME DÁ TODA ESSA GRANA LOGO!!
A menina era determinada. Não brincava quando o assunto era dinheiro.
Mesmo que tivesse que liberar sua buceta para minhas chupadas.

Parte 5: Eu, minha língua e meu dinheiro

Mas engraçado, naquela noite estava me sentindo tão generoso.
Minha vizinha, uma garota tão bonita, na flor da idade.
Eu, minha lingua e meu dinheiro, com um único proposito de estorquila como os flanelinhas fazem comigo no transito.
Ainda dou uma esfregada na chana dela e limpo as arestas com meus dedos. Trabalho de primeira.
Por 250 reais!
Mas peria, vamos negociar direito essa questão.
- Combinado, sua putinha CARA.. eu de tou mais 100 reais. Ai vc fica com 250, tá legal?
- Mas eu vou fazer isso do meu jeito, ok. Vou colocar essa grana que esta comigo dentro do seu “cofrinho” ai.
- Vou depositar direto na sua “poupança”. – piada velha, que provavelmente ela não era nem nascida quando surgiu. Nem eu era pra dizer a verdade.
- O que?, vc tá pensando em enfiar 100 reais na minha bunda? VC TÁ LOUCO CARA???
- Calma menina.. a gente dá um jeito de fazer isso. Afinal de contas são 100 reais!!!
No criado mudo ao lado de sua cama, eu havistei um caderno aberto com um canetão jogado em cima.
Tinha a espessura de 3 canetas Bic e a parte de trás era lisa e arredondada.
“Mas que ideia genial garoto!!!!” Pensei.
“Essa caneta roliça vai me quebrar o maior galhão”
Voltei para o chão do quarto e peguei a caneta em mãos.
- O que é que vc tá pensando em fazer, posso saber? – era nitida a preocupação da vizinha.
- Já resolvi nosso problema. Aqui estão os 100 reais, que passarão a ser seus. Mas antes ele vai entrar no seu bumbum. Bem devagarzinho. Não se preocupe.. farei com todo cuidado. – não consegui esconder tamanho cinismo. Comecei a rir.
E ela também. Riu de preocupação.
Observou atentamente eu abrir o canetão pela tampa da frente, dobrar as cédulas todas juntas, formando um fino canudinho. Coloquei dentro do objeto.
Pronto, estava feito o consolo mais custo-benificio do mercado.
Ai se a moda pega!

Parte 7: Com cuidado, por favor!

- Não acredito que vc vai fazer isso mesmo comigo. Você só quer me machucar!
- Não minha linda, lhe dou minha palavra que não sentirá dor nenhuma.
- É a primeira vez que colocam no seu bumbum?
- É claro que sim! O que vc acha que eu sou afinal de contas??
Nem respondo a ela o que eu penso sobre isso.
Apenas seguro os ombros dela e a oriento a dobrar os joelhos, ficando de quatro para mim.
Estava agora com toda a luz do abajur de sua cama iluminando sua intimidade. Só aquele panorama já valeria todo o dinheiro que eu tinha a oferecer naquela noite.
Nem ouso a chupa-la antes de usar o canetão.
Era um sonho de criança introduzir algo como esse em uma garota. Ver o seu cuzinho se abrindo para a entrada daquele objeto adaptado quase me levou ao orgasmo ali mesmo.
- Aiii.. tá doendo o meu rabinho!!! – ainda encontrando tempo de ser manhosa.
- Só mais uma enfiadinha e eu paro, tudo bem??
- Uhhhh.. dá uma sensação estranha essa caneta ai dentro!!!! – a menina já estava relaxando.
- Você vai me comer também??? – ela já estava realmente curtindo a brincadeira.
- Não.
- Por que?
- Porque eu não tenho mais dinheiro. – brinquei.
Gargalhadas gerais.
- Me dá um beijo então?
- Não querida, também não posso.
Ai a menina virou fera. Arrancou a caneta do rabo, se virou para mim e quase me agrediu.
- Porra, seu merda, o que vc tá pensando que vc é? Faz tudo isso comigo e nem tem a coragem de me beijar? VOCÊ SÓ QUER ME USAR MESMO, NÉ SEU FILHO DA PUTA!!!
E se pôs a chorar.
Consolei ela em meus braços.
- Me beija.. por favor me beija!!! – ela suplicava segurando em meu queixo.
Mas eu sou assim.
Não beijo, não penetro se não estou afim.
Me desculpe vizinha, mas dessa vez nada disso vai rolar entre a gente.
Ainda abraçada a mim suspirava apoiadando seu rosto no meu peito.
- Sabia que você é um canalha? Sabia disso?
Deitei ela novamente na cama. Estava completamente domesticada agora.
Me ergui a sua frente. Ela me observa atenta.
Abro meu ziper, a poucos centimetros de seu corpo e tiro ele pra fora.
A menina grita de tesão. Afinal de contas meu pau estava mesmo duro e molhado.
Não a deixo se aproximar.
Esse era o jogo do poder.
Seguro firme ela a distancia, pela cintura e a sento em sua cama. Como no começo.
E la vai minha cabeça parar no meio de suas pernas.
Ela estava absolutamente molhada. Escorria aquele sabor pelos meus labios, pelo meu queixo. Até parar no meu pescoço.
Meu pinto ainda estava pra fora da calça. E eu tocava uma de leve escondido.Também não era de ferro.
Foder ela com minha rola jamais. Era risco de gravidez. Risco de paixão instantanea também. De minha parte é claro.
Gozar junto é algo sério. Vicia.
Repito: TÕ FORA!!

Parte 6: E para terminar…

Ela se mechia arrisca na cama. Notava o movimento de suas mãos por dentro de sua blusa, acariciando seus seios. Vez ou outra essa mesma mão arranhava minhas costas, por dentro de minha camiseta.
A outra mão não erguia pé da sua buceta. Ela abria mais para eu chupar mais fundo. Pois havia encontrado o ponto certo do seu prazer.
Bem acima, na ponta do seu clitoris, era ali que eu precisonava a minha lingua.
Sabia que poderia faze-la gozar.
E minutos depois a fiz.
Parecia anestesiada na cama. Não tinha forças para reagir.
Me levantei, pela ultima vez agora e observei ela em transe.
- Me abraça então.. se deita comigo? – era uma criança na verdade.
Pensei comigo mesmo: “preciso fechar isso com chave de ouro. É questão de carater agora!”
Peguei o canetão, que estava jogado na cama, abaixo de um de seus pés. Abri o tampão e retirei os 100 reais.
Ela estendeu suas mãos, ainda deitada, como se pedisse pela grana.
- Querida.. meu anjo… você fica com os outros 150 reais, estes que estão debaixo do seu travesseiro. Esses 100 reais aqui são meus.
- Afinal de contas o seu serviço não vale 250 reais. Valem 150!
A garota ficou pasma, mas riu muito depois que entendeu a minha oferta.
- Você não vale nada mesmo, seu canalha!!!
- Mas tudo bem, eu fico com o que deixou comigo. Você vai embora agora?
- Não.. vou descer porque estou com fome ainda. A gente se encontra lá embaixo.
- Tá legal, vou tomar um banho e já desço. Mas PERAI, vc não quer se lavar também??
- Não.
- Sério mesmo?? vai ficar cheirando assim??
- Vou.
- Você é louco mesmo cara.. todo mundo vai perceber esse cheiro em vc.
- Eu sei, é cheiro de buceta. É o seu cheiro.
- Cara, você NÁO PODE descer assim… por favor, lave então o rosto.
- Ok.. vou descendo.
Me virei e sai do quarto, desci as escadas e passei pela cozinha. Segui no corredor e passei pela ultima porta da casa, que dá em frente a churrascada, onde o pagode tocava alto e a molecada enchia a cara. Havia muita fumaça no lugar. E o cheiro de carne suculenta.
E eu não me lavei, mas também ninguém notou.
Bebi e comi, com o sabor e o cheiro da menina em minha boca.
Tive uma noite bacana.

E me lembrei de Pete Townsend escrevendo em sua música
“I’d call that a bargain
The best I ever had”

Quem conhece sabe o quanto essa música é legal!

Eu pelo menos gosto

sonâmbulo

Postado em Histórias em março 2, 2009 por Gero

dormindo

No meio da madrugada, me levando da cama e caminho em direção ao corredor.
Desço as escadas saindo na cozinha e me dirigo a porta da minha casa.
Estava trancada.
Mas pelo vidro discuto com alguém que está do outro lado de fora.
Não me lembro o que dizia.
Só me lembro de ter sonhado.
O que de fato não era um sonho.
Tampouco havia alguém lá do lado de fora, por trás da porta.
Eu é que discutia sozinho, sonhando acordado
Me tornara um sonâmbulo já havia um bom tempo.
E isso me preocupa demais.

Voltando mais ao passado, mais precisamento ao começo do meu namoro, eu estava euforico com o que esse novo envolvimento me proporcionava.
Namorar uma garota que nao mora com os pais já era um avanço em minha vida.
Na verdade ela morava com a irmã, em uma casa-kitnet, na zona Sul de São Paulo.
E eu, da zona Leste, ia sempre vistitá-la, levando comigo minhas roupas e alguns pertences.
Passava a noite dormindo com ela.
Isso era possivel em parte porque a irmã, minha cunhada,se ausentava a maior parte das noites dormindo na casa de seu namorado.
Era um plano perfeito para eu e minha namorada nos servirmos de toda a privacidade que um casal jovem sedendo por prazer necessitava.
Uma transa bem feita e uma dormida bem dada, na cama da minha cunhada, me garantia um dia tranquilo no trabalho ou em qualquer outro lugar.
A bem da verdade a cama da minha cunhada era dura que só, mas valia a pena, porque eu dormia duro feito rocha.
Um dia porém, um imprevisto aconteceu.
Havia combinado com minha namorada mais uma noitada por lá.
Já havia tocando a campanhia no portão quando que, para minha surpresa, minha cunhada é quem vem atender.
Por se passar das 22h e ela ainda estar por lá já não era um bom sinal me deparar com ela no portão.
Até porque estava tarde demais para eu voltar pra casa.
De onibus, naquele horario da noite, voltar pra casa NEM PENSAR!!
Excepcionalmente naquela noite ela resolvera dormir em casa, com a irmã.
Era a primeira vez que eu teria a presença da minha cunhada durante a noite naquele lugar.

Me troquei sem graça no banheiro.
Meu pijama era velho e de estrelinhas.. algo que só minha namorada sabia.
Era um detalhe delicado da minha intimidade a ser confrontado na presença da minha cunhada.
Não deu outra.
Ao entrar vestido com meu pijama no quarto em que as duas conversavam foi constrangeror.
Os olhos da minha cunhada logo indentificaram aqueles detalhes ridiculos enfeitando meu shorts e camiseta.
Que vergonha que senti.
Ela olhava atenta também para as minhas pernas, mas na base do disfarçe.
Sentamos então os 3, eu e minha namorada em uma cama e minha cunhada na dela, ao lado.
Até para que possa entender o lugar, estavamos em um quarto minusculo, com duas camas, uma ao lado da outra.
Encostado em um das paredes havia um armario, que era dividido entre as duas.
Uma cômoda para guardar as roupas de cama e banho encostada na outra parede ao lado e uma televsão presa por um suporte no teto.
Ao lado da porta um espelho gigante de frente para nós.
E por meio desse espelho, pude notar em um descuido de minha cunhada, que ela assim como minha namorada, dormia sem calçinha, somente de camisa.
Reparei em uma fração de segundos os grelhinhos dela no momento em que cruzou uma das pernas para se deitar e se cobrir em sua cama.
Aquilo me deixou louco.

Assim que a luz se apagou para dormirmos, estavamos todos bem cansados.
Minha cunhada em sua cama, eu e minha namorada na outra.
E para quem não sabe, não é nada bom para outra pessoa ter que dividir uma cama de solteiro comigo. É prejuizo na certa.
Me encolhi bem e tentei durmir o maximo que pude. Mas lá pelas tantas estava atacando minha namorada.
Para mim que estava dormindo coladinho com ela nem foi tao dificil assim.
Meu pinto roçando em seu bumbum logo demonstrava minhas intenções.
Ela, meio dormente, nada pode fazer, a não ser sentir miha rola entrando a seco entre suas coxas.
E logo o balanço da cama acusava o que estava acontecendo naquele quarto.
O cheiro da mistura do meu pinto suado entrando e saindo de uma buceta deve ter impreginado o lugar.
O indisfarçavel cheiro de SEXO.
Minha namorada acordadndo, gemia baixinho, com minha mão tapando sua boca.
Pedia para não fazermos muito barulho, pois sua irmã poderia acodar.
Mas a garota ao lado nem sem mechia.
E a noite seguia tranquila, bombando devagarinho, devagarinho.
No ritmo de um sonho picante.

Dias depois, minha namorada confessou que teve uma discussão séria com a irmã por causa daquela noite.
Minha cunhada dissera que fora uma falta de respeito o que fizemos os dois na presença dela naquele quarto.
De fato ela tinha toda razão.
Mas como ela era uma pessoa legal sugeriu que, ao invens de dormirmos juntos os 2 na mesma cama, numa proxima necessidade eu poderia levar meu proprio colchão
Na hora aprovei a ideia e logicamente providenciei logo esse meu acessorio.
Algumas noites se passaram, e lá estavamos eu e minha namorada dormindo as sós na casa novamente.
Isso até que em um outro dia qualquer minha cunhada passaria a noite novamente por lá.
Mas dessa vez já estavamos prevenidos.
Já havia sido avisado por minha namorada que nas noites em que tivessemos a presença da irmã, não haveria nada de sexo durante a madrugada.
Seria preciso respeitar sua presença lá para que pudessemos sempre volar a dormir juntos naquele quarto.
Dessa vez, porém, havia tomado vergonha na cara e trocado meu pijama, FINALMENTE!!!
Era um modelo todo preto, que caira perfeitamente em mim.
Me agradou, portanto, os olhares discretos de minha cunhada.
Fingia que nem fazia o mesmo reparando em suas cochas com pelinhos descoloridos.
Mas dessa vez, nada de olhar seus grelhinhos.. ela fora bem cuidadosa ao se cobrir.
Nada da perseguida a vista.
E eu ali, pronto para dormir naquele quarto ao chão, em meu colchão ao lado das duas.
E cheio de vontade de comer minha namorada.
Mas ela havia sido bem clara para mim.
NADA DE SEXO.
E assim, eu, muito a contragosto, dormi.

Acordei porém no meio da noitte.
Parecia estar sonhando ainda, mesmo sentindo vontade de transar.
Assim que me ergui e sentei no colchão, notei as duas camas ao lado, com minha namorada e minha cunhada dormindo.
Era um sonho estranho, porém real. Não era possivel saber a diferença.
É assim que funciona essa parada de sonambulismo.
Me virei para o lado da minha namorada, que dormia de costas para mim.
Notei um pedacinho do bumbum dela descoberto e a mostra, mal iluminado devido a escuridão.
Me arrastei sentado para o lado da cama e lentamente descobri o resto da sua bunda.
Aproximei com o rosto e comecei a usar minha lingua para saborear sua pele em suas partes intimas, porém desprotegidas.
O gosto salgado de seu rabinho e de sua xoxotinha eram refrescantes para meu paladar.
Minha lingua se esticava até onde podia e remechia em tudo dentro dela.
Meu nariz também fazia seu papel e se encaixava em alguma parte molhada.

Lambia sua bunda como um cachorro até sentir ela virando parte do dorso e acarriciando meu cabelo com uma das mãos.
A intensidade dos meus beijos em seu ventre fez com que puxa-se mais os meus cabelos, em um principio instantaneo de dor.
E nessa hora despertei por completo.
E já bem acordado me dei conta daquele gostinho diferente de buceta chupada.
Era mais lisa e profunda que eu estava acostumado a sentir.
O bumbum também parecia diferente.
O cuzinho mais fechadinho.. e aquelas mãos puxando meu cabelo não tinham a mesma força que o comum.
Eram muito mais fortes.
E a voz que veio a sussurrar me fizera entender o terrivel engano cometido
- Cara… o que vc está fazendo??.. Para logo com isso!!.. EU PRECISO DORMIR!!! – dizia baixinho a dona da mão que puxava o meu cabelo.
MAS QUE PORRA!
Era a voz da minha CUNHADA!!!!
HAVIA ERRADO DE BUNDA, HAVIA ME ENGANADO NA CHUPADA!!!!
Parei de chupa-la na hora.. e assim ela largou meus cabelos.
Virou-se para mim na cama como se nada demais tivesse acontecido e voltou a dormir.

Confesso que não senti remorso algum do que fiz. Embora estivesse confuso pela ocasião.
Mas ainda não havia matado minha vontade.
E agora já bem acordado, me virei no colcnão e ataquei o BUMBUM CERTO.
O suculento rabinho da minha namorada.
A questão era que, ao contrario da sua irmã, minha namorada tinha um sono muito pesado.
E pode-se imaginar como foi dificil para mim tentar acorda-la com tantas lambidas e chupadas.
Não consegui de fato acordar minha namorada. Ela apenas resmungava para que eu para-se com aquilo, pois queria apenas dormir.
Foi a escolha certa, já que minha lingua já estava doendo de verdade.
Mas o gostinho de mel na minha boca era mesmo o da minha cunhada.
Um gosto diferente e marcante.
Me lambia os beiços como um lobo faminto.
E pior, ainda impaciente, bati uma bronha, onde era possivel ouvir meu pinto lubrificado se esfregar entre meus dedos.
Fiz questão de fazer isso todo descoberto, sem me dar conta do cheiro forte do meu leite explodinho, jorrando bem alto acima.
Me lambujei todo.
Assim que terminei, exausto e satisfeito, notei a mão da minha cunhada batendo em meu ombro e dizendo para eu voltar a dormir.
Será que ela chegou a ver tudo aquilo que eu havia feito? – me perguntava desconcertado.
Porém, tendo visto ou não, ela, minha cunhada, virou-se de costas para mim e se pos a dormir.
Assim como eu.
E nessa noite.. talvez a primeira de muitas, passei a ter noção de que de fato era um sonâmbulo em potencial.

E que sorte a minha naquela noite, não é?

Atrevido

Postado em Histórias em março 2, 2009 por Gero

atrevido
Sabadão, 2 horas da tarde, nos arredores da Praça da República, centro de São Paulo.
Eu e Cláudio, na fila de espera do onibus, sob um sol de rachar taquara.
Era muito comum nós e mais alguns passarmos a manhã transitando na Galeria do Rock. Época do Vinil e dos garotos vestidos de pretos. Haviam meninas assim por lá também, mas eram apenas uma minoria.
Já se passava quase uma hora de espera. Aquela fila no ponto de onibus, que só crescia, derretia embaixo do sol.
Um e outro reclamava da situação. Não havia como aguardar o onibus diante dessa situação de desconforto. 
O calor não dava treguas.
Eu e meu amigo conversavamos no meio da fila, para passar o tempo. Provavelmente conversavamos sobre a mais nova novidade no mundo do rock, uma banda que começava aparecer chamada Metallica. Era a sensação da California e era somente neles que os garotos se interessavam naquela época. Idos de 1985.
A bem da verdade, o papo já estava cansando também. Debaixo de nossas roupas pretas o suor escorria feito encanamento furado.
E tudo, tudo mesmo estava tão tranquilo até “aquele sujeito” aparecer.
Descia por uma rua, bem em nossa direção. Eu logo notei aquele andar esquisito. Rebolava ao ponto de chamar a atenção de quem passava.
Todo vestido de branco, sapecando o seu cigarro. Um sorriso estranho no rosto, suficiente para manter afastado aqueles que cruzavam por ele na rua.
E o sujeito seguia descendo em nossa direção.
Cláudio, ao percebe-lo se dirigindo em nossa direção, fez aquele tipico sinal de “Olha só que cara estranho”. Provavelmente um cara afeminado, mas que faz questão de chamar toda a atenção do mundo para ele.
Um verdadeiro exibicionista de plantão.
Assim que me dei conta o camarada já estava a poucos metros de nós dois. Queria atravessar a rua pelo meio da fila do onibus. Motivo que fez com que TODOS notassem sua presença.
Mais alguns passos e o cara já se aproximava de mim e do meu amigo. Seria por ali que ele resolvera passar. Mais do que na hora eu e Claudio nos afastamos para dar TOTAL passagem para o exibido.
Ao notar nossa gentileza, o sujeito, que já chamava a atenção, parou entre eu e meu amigo, e se virou para mim.
Sorriso sacana no rosto, desferiu algumas palavras que não entendi, provavelmente em algum idioma desconhecido e sem hesitar, me beliscou o pinto e piscou para mim.
Seguiu seu rumo atravessando a rua, em seu rebolado desaforado.
Claudio e toda a fila do onibus, ao notar aquilo reagem exatamente da mesma maneira.
Não, minto! A fila inteira ri sem disfraçar. Claudio é que se senta ao chão para gargalhar de minha cara. Não o culpo, no seu lugar eu faria o mesmo.
Mas esse não era o único problema.
O que me deixou realmente puto da vida, foi que o filho da puta ao apalpar minha rola, fez de um jeito tão gostoso que a mesma ficara dura na hora para todo mundo ver.
Risos escandarados e comentários maldosos.
E você acha que eu iria ficar ali servindo de palhaço para toda aquela gente se divertir?
Mas não deu nem tempo de esperar pelos comentários dos mais engraçadinhos. Eles vieram de montão.
 ”E ai garoto, o cara pegou com jeito ai no seu brinquedinho, né mermão???” – foi o que eu ouvi de um sacana!
“Ei moleque, pegou o telefone do viado??” – um outro filho da puta casoando.
Deu vontade até de chorar.
Mas já me disseram que homem não chora… já garotos… 
Me virei e fui embora, sem pegar o onibus, sob risos e piadinhas.
Acabei voltando pra casa de metrô.
O fato é que nos dias seguintes, toda a rua já sabia do  ocorrido, graças ao meu amigo.
E o atrevido, que me sacaneou em frente a todo mundo, bem que sabia segurar um pinto na mão.
Pena que eu tenha que saber disso.

Dois fazendo e um olhando

Postado em Histórias em fevereiro 25, 2009 por Gero

ecstasy

Igor era um cara legal.
Fernanda, sua namorada era louca de tudo.
Os dois formavam o tipico casal ideal. Ideal para  quem gosta de problemas e muitos  escândalos.
Se conheceram entre muitas indas e vindas para São Tomé das Letras, Minas Gerais.
Enfim, eram um par único entre nossos amigos.
Sempre receptivos e acolhedores.
Mas entre os dois a coisa as vezes ficava feia.
Eu fui um felizardo em vivenciar muitos fatos marcantes desses dois. Porém o mais popular entre todos eu simplesmente perdi. Não estava lá.
Em plena noite de sábado, na Vila Madalena, em um barzinho repleto de amigos ocorreu um tremendo bate-boca entre os dois
Foi caso de policia.
Igor discutiu com Fernanda e essa por sua vez chamou a polícia.
Foram os dois para a delegacia. Tomaram uma canseira do delegado mas logo foram liberados.
Todos estavam na espera do lado de fora quando os dois sairam de lá. Discutindo só pra variar.
Chovia forte e Igor e Fernanda se encolhiam na saida da delegacia debaixo de um minusculo guarda-chuva.
A discussão dessa vez fora porque Fernanda estava se molhando e Igor debochava de sua cara. Irritada por tal atitude Fernanda tomou o guarda-chuva das mãos de Igor, que ameaçou brutalmente pega-lo de volta.
Só teve tempo mesmo de ameaçar.
Um policial que a tudo assistia achou por bem repreender meu amigo. que por sua vez, já bêbado porém, não foi muito educado com o oficial de polícia.
Resultado: CADEIA NELE!!
Para desespero de Fernanda, que chorava sem parar.
De fato eles brigavam muito mas se amavam
E que maneira estranha de se amarem eu diria.
Mas não é sobre isso que eu vou contar a respeito dos dois.
Vou contar a respeito dos três: Eu, Igor e Fernanda, em uma noite especial na casa do meu amigo.
Noite essa em que não pude acreditar no que aconteceu, e que até por isso evito de contar.
Mas dessa vez irei contar, exatamente da maneira como ocorreram os fatos.

Já se passava da meia-noite daquela sexta-feira e eu, sentado largado no sofá, não aguentava mais o cheiro da maconha.
Igor e Fernanda, no sofa maior, ficavam tirando uma com a minha cara a toda hora.
– E ai frutinha, não vai dar um tapa aqui com a gente? – cutucava o meu amigo.
Eles sabiam que eu não curtia esse barato. Era careta de tudo.
E nós 3 ali, assistindo ao Gabinete do Dr. Caligari, já pela segunda vez consecutiva, seguidos também de seus comentários chatos e pensativos sobre a obra de Werner Kraus. Achava tudo aquilo um porre.
A pipoca já havia acabado e eu sabia que pelo horário tardio iria passar a noite ali mesmo naquele sofá. Duro como pedra. Pobre de mim naquela noite.
Talvez as coisas ficassem melhores assim que Fernanda fosse pra casa.
Eu detestava ficar de vela, deveria imaginar que naquela noite ela apareceria por lá e nossos planos de sair para uma balada com amigos iria fracassar. Eu estava realmente de saco cheio.
O pior, além de ter que aguentar o cheiro da maconha e as piadinhas do casal, era fazer de conta que não reparava nos dois se pegando no sofá.
Por baixo do coberto que eles usavam provavelmente acontecia de tudo. E eu que nem cobertor tinha para me esquentar. Santa paciência.
Igor se levanta, arruma o calção que estava torto e se dirige para o banheiro. Finjo que nem percebo o movimento.
Volta com uma risada diabolica e se joga em cima de Fernanda.
– Eu não acredito que você conseguiu encontrar!! – surpreende-se a garota
– Pois é gatinha, eu não disse que era verdade?
Minha curiosidade permanece sob controle.
– Quantas você têm ai?
– Um bom punhado. Fê, vamos experimentar?
– Ai Meu Deus, Igor, o que será que pode acontecer?
– Você sabe o que pode acontecer porque você não é boba.. toma logo dois, vai Fernanda.
Não sei ao certo quantos eles engoliram no fim das contas. Só sabia que eram pilulas pequeninas.
Não demorou porém para eles se voltarem contra mim.
– E ai, viadinho, vai querer experimentar uma dessas aqui, vai? – como sempre o meu amigo a me provocar.
– Querer o que Igor?
– Você não conhece a Droga do Amor?
– Ecstasy.. já ouvi falar sim. – era eu fingindo estar pouco interessado.
– E ai, vai ou não vai?
– Não, não tô afim não…
Fernanda o puxa pela camisa para cima dela. Um deitado sobre o outro.
– Ah, amor deixa o coitado em paz.. vem aqui comigo ó…
Pelo visto a droga logo fazia efeito. Havia aquele clima impregnante de sexo no ar.
E isso era sinal que eu deveria partir.
– Bom pessoal, tá ficando tarde.. acho que vou picar a mula…
– Serio mesmo? – insinua Fernanda.
– Acho que sim, talvez consiga pegar o último onibus.
– O viadinho, vc não disse que iria passar a noite aqui? Mudou de idéia é? – malicia pura do meu amigo.
Não tinha resposta pronta pra isso.
Resolvi assim passar antes pela cozinha, que ficava no fim do corredor a direita da sala e tomar uma água e pensar um pouco na vida.
Mas mesmo dali daonde eu estava, ainda conseguia ouvir os dois. Talvez porque eu quisesse.
– Ai amor, você tem certeza de que é uma boa idéia.. eu nem conheço ele direito – era o que chegava até mim pelos corredores. Me arrepiava até a nuca aquela sensação de conspiração que vinha da sala.
– Fala com ele então Igor… eu acho que não me importo, a gente já fez algo pior que eu me lembro… eu acho que ele não vai topar.. alias, você não acha ele meio estranho não, nunca reparou como ele fica me olhando??? – e segue uma sonora gargalhada entre os dois.
Estava claro que havia problemas a vista.
– Ô seu viadinho, chega aqui na sala, vai.  – o cara não me deixa em paz.
– Fala Igor, qual a novidade dessa vez?
Nem precisava falar.
Ao voltar pra sala me deparo com o cara simplesmente pelado, de pé em frente ao sofá, ostentando uma pose de alguém poderoso e viril. E Fernanda, coberta e esticada no sofa ria de tudo, se mechia freneticamente. Era outra pessoa naquele momento.
Igor, provavelmente também estava alterado, porém dele eu sou capaz de esperar de tudo.
– Porra Igor, você tá me zuando, por acaso?? BOTA ESSA ROUPA, CARA!!
– É que eu e a Fê tivemos uma idéia…
– Fernanda nada Igor, a idéia foi sua, não me mete no meio…
– Tudo bem vai, EU tive uma idéia de apresentar uma PERFORMANCE em primeira mão para você.
Mas que merda, o cara fazia teatro.
Já entendendo a situação, agora era apenas de questão de sacar até aonde ele iria naquela brincadeira.
– Ah é Igor, faz ai então que eu quero ver… – desafiei já me sentando novamente no sofá.
E sem pestanejar meu amigo inicia sua peça
– SENHORAS E SENHORES.. APRESENTO  A TODOS VOCES O UNICO E INIGUALAVEL…
Suspense puro no ar…
– CALIGULA!!!!
Não contive a risada, nem Fernanda que se debatia escandalosamente no sofá.
O suficiente para eu atento reparar: ela também estava sem roupa nenhuma por debaixo daquele cobertor.
O negócio estava ficando quente por ali.
– Ô Igor, conta outra vai. Tô vendo que vocês dois não estão legais ..e veste sua roupa, por favor!
– CALE-SE MEU SERVENTE, OU FAREI CONTIGO O MESMO QUE FAREI COM MINHA ESCRAVA!!
E a cena a seguir disse tudo
- ABRA A BOCA, MINHA ESCRAVA!
E Fernanda, a submissa, o fez sem tirar o riso da cara.
– AGORA CHUPE MEU PINTO, MINHA SERVANTE!
E por Deus, foi isso mesmo que ela fez.
Chupou o pau de Igor bem ali na minha frente, como se delicia-se o melhor dos doces.
E ela ainda teve a pachorra de ficar olhando para mim.
Ele agarrava ela pelos cabelos e encenava a sua grande conquista.
– CHUPA DIREITO SUA CADELA OU EU CHICOTEIO VOCE TODINHA
– ME BATE MEU MESTRE, BATA EM MINHA CARA! – e não é que a garota estava mesmo entrando no clima?
E Igor desferiu um tapa em seu rosto delicado. E as risadas foram gerais.
O cobertor mal cobria os seios fartos de Fernanda. Ela escondia os biquinhos aquenas com seus dedinhos e chupava Igor sentada no sofá.
Sempre olhando pra mim.
Gostava mesmo de se exibir.
“E eu? O que eu faço nessa situação?”
A bem da verdade, eu mal podia acreditar no que via. Mas estava gostando. Muito.
– AGORA MINHA ESCRAVA QUERO QUE SE VIRE DE QUATRO NO SOFA!!
–Ai Igor, assim não rola, ele vai me ver pelada né??
– OBEDEÇA SUA PUTA, OBEDEÇA O SEU REI!!
E meus olhos quase lacrimejaram ao ver aquele rabão de Fernanda posto de quatro no sofá.. o cobertor em sua cintura já não escondia seu lindo corpo.
– Aiiii Igor… tá entrando muito!!! – disse baixinho para quem quisesse ouvir.
– REBOLA ESSA BUNDA QUE EU VOU ENFIAR MAIS NO FUNDO!!
E bombava sem parar.. e o meu peito bombava junto.
– METE!, METE!, METE!… – era só o que a ESCRAVA sabia dizer. Sem parar.
Minhas pernas tremiam, minha boca salivava e meu pinto… meu pinto trincava de tesão.
Ele comia gostoso a namorada e essa por sua vez gemia de prazer. E eu não resisto a gemidos de tesão.
Pela primeira vez em minha vida eu pude analisar o sexo estando de fora.
Notei como um pinto roliço penetra em uma buceta molhada… Como espreme uma bunda entre as coixas.
Estava certo que aquilo era uma situação única em muitas que já presenciei.
– AGORA VOU CHUPAR SUA XOTA ATÉ SECA-LA!!
E o grande Caligua se ajoelha e com as duas mãos abre toda a bunda de Fernanda, que suplica por mais carinho dessa vez.
E a lingua que entra e sai de sua xoxota parece alcançar a mais profunda extensão dentro da garota.
Mais e mais gemidos.. a maior putaria de todos os tempos. E VIVA CALIGULA O GRANDE!!!!
Estava tudo muito bom até ele, CALIGULA, se virar pra mim.
Putz, fudeu, eu pensei, – vai sobrar pra mim…
- AGORA CALIGULA QUER QUE VOCE, MEU ESCRAVO, SE APROXIME
Ele desencaixa da potranca que ainda permanecia de quatro.
– EU CALIGOLA, ORDENO QUE VOCE FODA A MINHA ESCRAVA!!!
Fernanda arregala os olhos assustada e ainda de quatro, tampa da maneira que pode seu buraquinho com as duas mãos… como se eu não pudesse ver o que ela tentava esconder.
Não parecia muito disposta a encarar um revezamento de pinto em sua xoxotinha castigada…
Igor, ou CALIGOLA, segura ela pela cintura, disfere um tapa em seu bumbum e ordena que ela se acalme.
– IGOR, ISSO JA ESTA PASSANDO DOS MEUS LIMITES.
– CALADA, MINHA ESCRAVA… NAO OUSE DIRIGIR SUA VOZ A MIM.
E CALIGULA, ou Igor, sei lá mais quem, fita seu olhar para mim, aguardando minha reação.
Ainda de quatro Fernanda observa a mim também, nem tão tranquila quanto seu REI.
– ENTAO ESCRAVO, VAI COMER OU NÃO ESSE BUCETAO????
E foi ai que Fernanda remeche o seu bumbum… como se estivesse acenando com ele para mim. Ela devia mesmo é estar fazendo um tipo para tirar uma com a minha cara.
Os dois deviam mesmo estar tirando uma comigo!
E eu ali, imovel a sua frente, a pouco mais de meio metro de distancia. De pé, com o meu pinto quase rasgando minha bermuda preta… suando frio.
“Eu, comer a amiga do meu amigo??” – “ISSO NAO PODE ESTAR ACONTECENDO COMIGO”
Como Igor, melhor dizendo, CALIGULA, percebera a minha indecisão, resolve atiçar mais meus instintos.
Se ajoelha novamente encostando o rosto no bumbum de Fernanda e com um dos dedos começa a penetrar lentamente a namorada, num vai e vem delicado dentro daquela rasgo lambuzado.
– ESTAMOS SOMENTE ESPERANDO A SUA DECISAO… SE APROXIME MAIS, MEU ESCRAVO.
E foi isso mesmo que eu fiz.
E assim que me aproximei, ele, CALIGULA, segura a minha mao
E sem muito esforço a leva até a cintura de Fernanda.
O cheiro do sexo dela entra fundo em minhas narinas.
E no momento crítico em que estou com as duas mãos postas em sua cintura, observando aquela formosura se mechendo a minha frente, pronto para encaixar naquela ESCRAVA, Fernanda, segura firme em minhas mãos.
Segura para não largar.
E foi EXATAMENTE nesse instante em que eu senti aquele vulcão orgânico surgindo de cima para baixo, dentro de mim. Explodindo o leite quente em minha cueca. Como um garoto faz em meios aos seus sonhos.
Solto um URRO ALTO de tesão
Eu gozei.
Só de pensar.
Minha bermuda, logo ficara completamente manchada de porra. E Fernanda, já fora de controle, tenta desesperadamente arrarcar minha roupa. Aquilo tudo também já era demais para a pobre garota. Ela tinha finalmente gostado da brincadeira.
Com água na boca Fernanda, a escrava de CALIGULA, namorada de Igor, segura em minhas pernas e começa a beija-las.
E eu, ainda sobre o efeito do orgasmo, permaneço imovel ali de pé. Sentindo aos poucos Fernanda me apalpar.
Mas antes que a escrava começe a me CHUPAR é repreendida pelo seu MESTRE.
– SUA PROSTITUTA BARATA, COMO OUSA A DESEJAR OUTRO HOMEM BEM NA MINHA FRENTE??
E vinha mais castigo por ai.
Foi a deixa para eu soltar de suas mãos, da ESCRAVA, ou se preferir da NAMORADA, e correr para o banheiro. Passei a chave na porta inclusive
– OLHEM SO, QUE ESCRAVO VADIO, COMO OUSA DESOBEDECER A MINHA ORDEM?
– VEJA, SEU INFELIZ, OUÇA DAONDE ESTA O CASTIGO PARA ESSA MINHA ESCRAVA TRAIDORA…
E eu, mesmo trancado no banheiro pude ouvir claramente o chá de pica que CALIGULA, ou Igor o meu amigo, aplicava direto no ventre DILATADO de Fernanda, a sua ESCRAVA DO SEXO.
Foram mais de cinco minutos bombando sem parar na garota. E essa gemia de tesão. Já lhe disse que eu adoro gemidos de prazer? Acho que já.
E eu ali, trancado no banheiro, escondido e acoado, incerto por ter me negado a engatar na namorada do meu amigo, teria enfim tranquilidade para libertar-me daquela tensão prazerosa.
Bati uma, bati duas logo em seguida. Trancafiado e sentado no chão do banheiro.
E ali, sozinho, enquanto descascava uma bananinha, eu só pensava na ESCRAVA.
Eu pensava em Fernanda.

A surpresa (parte 3 de 3)

Postado em Histórias em fevereiro 25, 2009 por Gero

a-surpresa2
E não há nada como estar apaixonado.
Priscila, minha gordinha, simplesmente o ar que eu respirava. Poluído como minha cidade.
Já se passavam semanas de um namoro tulmutuado, com discuções explosivas e amassos esquentados.
Mas nada de sexo.
Não havia um dia sem um telefonema e nem final de semana sem uma balada.
Eu estava duro como um osso, sem um puto no fim do mês e eventualmente ela é quem arcava com as questões financeiras do nosso namoro.
Trabalhava em um escritório perto de sua casa. Ganhava bem pelo pouco que fazia. Não me lembro o que fazia.
Gostava de se reunir com as amigas, e mesmo durante o nosso namoro conseguia manter sempre os seus contatos.
Me lembro da ocasião em que fui apresentado a algumas delas. Já estava famoso no pedaço devido a minha tática de sedução usada na noite em que nos conhecemos no fatídico show.
Mesmo sem saber eu já ganhara vários apelidos entre suas amigas: “Mão boba”, “Dedo duro”, “Bolinão”, “Passamão”.. ao menos esses ela me contou. É o preço do sucesso.
Teve uma delas que não pensou duas vezes ao dizer na minha cara que eu nem tinha cara de quem tarava meninas por aí. Que eu parecia ser gente boa. Minha namorada era antes de tudo uma bocuda.
Já estavamos na fase de dizer “te amo” a todo momento. De andar de mãos dadas e de dividirmos até um cachorro-quente. E dividir comida com ela era um verdadeiro prejuizo. Mas eu não ligava, estava de fato apaixonado.
Não tive a coragem de dizer a ela o estrago que causou no meu pau na primeira vez que namoramos. Dizia apenas que jamais me esqueceria daquilo. A minha pura verdade.
Se dispunha sempre a chupa-lo em várias oportunidades, mas somente se eu usa-se camisinha. “Melhor do que nada” eu até cheguei a pensar. Imaginava que meu pinto fosse um picolé e ela uma garotinha que mal sabia retirar a embalagem, mas que se lambujava toda assim mesmo.
Mas a hora já havia chegado. Já estava mais do que na hora da minha vara espetá-la pra valer.
Pensava todas as noites em meu quarto: “Eu vou ou não vou comer essa gordinha?”. E digo mais, estava preparado para proporcionar a ela “a comida”, algo que ela jamais iria esquecer.
Nos encontramos em uma tarde bonita de sábado na Avenida Paulista. Estava decidido a não voltar pra casa sem uma bimbada na menina.
–Amor?
– Diga meu querido
– Você não está a fim de fazer um passeio comigo?
– Para onde seria?
– Não sei bem ainda, talvez em um lugar onde pudessemos ficar a sós, o que acha?
– Bom, você sabe muito bem o que eu acho. Ainda não estou preparada pra isso.
Mas que raios de desculpa é essa?? A garota chupa meu pau toda vez com aquela porra de camisinha cheirando a fruta e está sempre a me dizer que ainda não está preparada?
– Olha só Priscila, a gente pode ao menos sair e conversar.
– Mas nós já estamos conversando, não estamos?? – e se pôs a rir da minha cara. Ela sabia bem como me manipular. Sabia de minhas intenções e sabia, além de tudo,  que eu estava mesmo disposto a transar com ela. Talvez quisesse apenas dar uma valorizada na prexeca.
Naquela tarde eu já estava preparado para qualquer desculpas também. Havia conseguido arrecadar 15 reais e reservado o carro de minha avó para aumentar meus argumentos.
15 reais não paga nem um terço de um motel. Mas havia além dessa outras possibilidades.
Após convence-la a dar uma volta comigo rumei direto para a Marginal Tietê. Sabia que provavelmente encontraria algum lugar mais em conta por ali. Se não um motel ao menos um drive-in.
– Ei menino, para onde você pensa que está me levando afinal? – Gritou no mesmo instante em que havistou o primeiro motelzinho de esquina.
– Calma Priscila, a gente só vai conversar
– Calma é a puta-que-pariu!! Você não entende o que eu quero dizer? HOJE NÃO!!!
– Mas meu amor, a gente nem precisa transar. Podemos apenas ficar namorando.
– Eu já conheço bem você, sempre quer me levar na sua conversa-mole. Começa com um beijinho aqui e outro ali e quando percebo já estou sentindo seus dedos no meio das minhas pernas. Você precisa aprender a se controlar, garoto!!!
Mas que papinho furado, Meu Deus. Estamos na metade da década de 90. A garotada só quer saber de transar. As primeiras mães prematuramente jovens já estão se multiplicando a cada dia. O que há de mal em eu querer seguir essa tendência? Eu nunca fui um bom exemplo de namorado. Não aguento mais tocar punheta sozinho a cada noite em que namoramos no meu carro. Será que isso não faz o menor sentido para ela?
Tive que apelar de todas as maneiras. Fiz a minha típica cara de cão sem dono para ela. E batata.
Lá estavamos nós dois finalmente entrando no drive-in. 2 horas 10 reais. Beleza, ainda sobra uma graninha para o plano B.
E o plano B logicamente seria o melhor método para vencer qualquer resistencia.
– Quer tomar algo para relaxar? – perguntei já sabendo da resposta.
–Ah é? Agora vai querer me embebedar primeiro né mocinho?
– Meu anjinho, a única coisa que eu quero é cobrir você toda de beijos.
E dei inicio a minha sessão. Não demorou muito até estarmos saboreando um incrivel vinho suave. Vagabundo na certa, mas que descia que era uma beleza.
Passamos assim para o banco de trás. Tinha todos os passos detalhados em minha cabeça.
Vou aos poucos tirando sua roupa. Começando por cima.
Seus peitos agora são meus. Faço com eles tudo que eu imagino e ela adora minha imaginação.
Pula em meu colo como se estivesse sendo cravada. Sinto o encaixe de suas coxas abertas esfregando no meu pau. Logo logo essas camadas todas de tecido já não estarão mais no caminho. Estarei por dentro dela, entrando e saindo como ela não poderia imaginar.
– Amor, para com isso…a gente não pode fazer isso aqui. HOJE NÃO!! Paaaarrrraaa…. aiii….
Ainda havia resistência.. estava duro de domar a fera. Mais uma taça de vinho, please?
Já estavamos os dois sorrindo a toa e o carro balançava como se fosse virar. Pura força de expressão, é claro!
Comecei a recitar meus poemas, aquilo que fazia com toda a naturalidade. Não eram palavras românticas a bem da verdade, mas causavam o efeito necessário.
– Priscila, hoje será eu que vou te chupar todinha. Vou tirar sua calça e esfregar minha lingua toda em você. Quero sentir você me apertar com seus lábios molhados. Esses aqui de baixo. Quando já estiver pegando fogo eu enfio minha rola e rasgo toda você.
A gordinha delivara de tesão. Após 3 taças do vinho mais sem vergonha que havia provado ela já não dava mais conta de si.
– Por favor, meu tarado, não faça isso hoje comigo não.. vamos deixar isso tudo para outro dia.
Mas que outro dia que nada, não havia quem convence-se meu pinto do contrario.. Ele já estava pronto para entrar em ação.
E no instante em que eu tirei ele pra fora ela urrou.
– Ai meu amor, bate em mim com ele vai… faz de novo igual aquela vez.
E surrei a menina de todas as maneiras. Só na boca ela não deixava eu colocar. Apesar do porre ainda era fresca.
– Agora presta atenção, meu amorzinho. Eu vou tirar sua calça e vou chupar você todinha, como eu sempre disse que faria. Agora você vai subir lá no céu.
E não houve resposta. Sua respiração estava ofegante. Suas mãos já puxavam meus cabelos. Seus olhos se fechavam e sua boca mordia a língua.
– Me fode queridão.. enfia logo isso dentro de mim!
Pedido feito, pedido aceito.
Me ajoelhei bem a altura de sua cintura. Me preprarando para finalmente abrir seu ziper. Semanas e semanas de tentativas e lá estava eu agora, prestes a conseguir tamanha façanha.
Meu coração pulsava como um motor, sabia que o pior já havia passado.
Ao menos era isso que eu pensava. Ledo engano.
Como um urso lambendo o mel eu começei a abrir seu ziper. Mal dei inicio a minha ação e não pude acreditar no cheiro que sentia.
Como um cruzado de direita no queixo, aquele odor terrivel de carniça exalava de dentro daquela calça e me atingia em cheio na cara.
E lá estava eu, de joelhos, a frente dela que estava sentada de pernas abertas no banco de tras do carro, delirando de tesão, bêbada… e aquele cheiro horroroso me sufocando até me arremessar de costas para o banco da frente. Eu não podeia acreditar naquilo. Meu pinto muchou como bexiga furada. Se escondeu para não mais sair. Meus olhos se arregalaram como se não pudessem mais ver e a garota.. bem a garota se remexia perguntando por que eu havia parado…
Foram segundos de puro horror e o pior: o que fazer agora?
Tudo ali já estava impestiado, mas porque ela não sentia aquela fedentina toda? Será que a embriagueza poupou desse vexame? Tampou suas narinas? Até hoje não sei dizer, até porque não perguntei a ela. E jamais pensei em fazer.
Dizem que bêbado não se lembra de nada. Queria estar assim para não me lembrar. Minha namorada, a gordinha, fora abençoada por isso. Não se lembrava de muita coisa ali.
Mas para que essa história tenha um fim digno, direi ao menos o que aconteceu depois.
– Xiii Priscila, me lembrei de uma coisa importante.
– Aiiii amooooor, porque você tá parando.. enfia logo em mim vai?!?!?!
– É serio Priscila, já deu o nosso horário, a gente precisa ir.. vai faltar grana pra pagar e ai vai ser complicado sair daqui.
– Nãoooooo… eu quero que faça tudo aquilo que falou!!!! – largada no banco de trás se remechia como cobra faminta.
– Olha só, você não está muito legal.. bebeu demais.. eu vou ajuda-la a se vestir.
– Está me chamando de bêbada, seu cafazeste? Seu frouxo!!! Só fala que vai fazer as coisas comigo e depois dá pra trás???? Você não passa de um frouxo de merda!!!
Quem diria, eu ter que ouvir tudo aquilo. Mas eu mal dei ouvidos a ela. Fechei a metade que havia aberto do ziper de sua calça. Ajudei a vestir sua blusa e deitei ela mais confortavelmente no banco do carro.
A garota apagou.
Paguei a conta do drive-in, torcendo para que o cobrador não desse conta do cheiro que vinha de dentro do meu carro. Vidros abertos me puz a dirigir. O mais rápido que pude.
Logo estavamos os dois de frente a sua casa, no edificío de esquina com a Consolação.
Ela bem embriagada, eu em estado de choque.
Um beijo e um tchau.
Para nunca mais nos vermos… ao menos pelo que me lembro.
Foi triste é verdade, um ato bem baixo de minha parte. Mas eu não me imaginava lidando com aquilo dali pra frente.
Mas a gordinha até que era legal.. ciumenta até demais, mas carinhosa sempre comigo. E para esquece-la foi preciso muito sofrimento de minha parte. Não foi fácil me esquecer daquilo. Tanto dos beijos quanto do cheiro.
E assim o namorado tarado ficou só na saudade.
Seguindo em busca de sorte melhor.

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