
Parte 1: Churrasco e bebidas
Por volta das 22h eu já sabia que a casa da vizinha estava bombando.
O cheiro tentador do churrasco e o insuportavel volume do pagode diziam isso a qualquer um.
E eu em casa, sozinho, não teria melhor opção naquela noite do que dar uma passadinha por lá e me enturmar com a garotada.
O portão da casa estaa aberto. Era gente entrando e saindo sem parar.
Os garotos com suas bombetas caracteristicas. As meninas na febre para chamar a atenção. Bebadas ainda riam alto para que todos nota-sem o quanto são interessantes.
E eu ali no meio, destoando do comportamento futil da molecada.
Mas bebia e comia igualzinho a eles.
Não vou ficar secando muito as menininhas para não dar muito na cara. Fora a menina, minha vizinha, ali eu só conhecia mais 2 ou 3. Preferi então ficar junto com os rapazes, que bebiam até travar.
Mas não travavam.
Como o consumo de cerveja era muito grande por ali, criamos todos um sistema de rodizio para manter o abastecimento de bebida para a galera.
Estavamos nos fundos da casa, ao lado da churrasqueira, nos servindo de bebida e comida. O encarregado da vez de abastecer a mesa com bebida deveria se dirigir a cozinha, no outro comodo da casa, e trazer algumas garrafas que estavam gelando dentro de uma enorme geladeira.
Na minha vez de buscar bebida, já estava me sentindo meio zonzo.
Já ria e falava besteira no mesmo nivel intelectual da molecada.
Um verdadeiro trintão adolescente.
Parte 2: Proposta indecorosa
Quando cheguei na cozinha encontrei minha vizinha e uma amiga assalatando a geladeira a procura de cerveja.
Já estavam as duas bem alegres com duas garrafas em cada uma das mãos.
A amiga seguiu para o churrasco no fundo da casa e minha visinha resolveu ficar por lá na cozinha onde eu também estava. Talvez quisesse me pedir alguma coisa.
Como sempre fazia.
– Vizinho, querido, tá gostando da festinha?
– Tô sim queridinha, o pessoal tá bem animado por aqui. – responde de imediato.
– Sabe que eu e minhas amigas daqui vamos sair em rolê pela cidade.
– É mesmo?
– É vero, mas eu tó com um probleminha em relação a esse esquema que estamos pensando em fazer.
Eu já conhecia essa tatica manjada da garota. Só espero para ver no que dá.
– Que probleminha é esse?
– É que eu tô durinha da silva, sem um puto no bolso.
– Putz, que chato isso, hein menina?
– Nem me fala.
E então se aproxima, bem manhosa.
– Será que não pode me ajudar não? – Deixa as garrafas de cerveja que carregava em cima da pia da cozinha e me encara nos olhos.
– Te ajudar de que maneira? Quer que te empreste uma grana pra sair?
Seus olhinhos caramelos brilharam. Não se conteve e me abraçou forte e ficou com os braços dependurada no meu pescoço.
– Se vc me emprestar 50 reais eu prometo que lhe pago assim que minha mãe voltar pra casa amanhã!
Até parece que eu acredito em você, menina.
Fica pendurada no meu pescoço como se fossemos os dois dançar uma valsa de baile de debutante, só para me convencer que ela era uma menina carinhosa.
Faz parte do jogo de charminho dela aproveitar e seduzir o vizinho babão aqui.
Eu retribuo o abraço coladinho dela e seguro sua cinturinha. Eu, naquela altura, já estava caindo direitinho na dela, mas estava gostando.
E como diante de um raio fulminate de pensamentos avassaladores em torno da garotinha, a minha vizinha, dei ouvidos a minha cabeça de baixo.
– É só cinquentinha que vc tá precisando? Eu tenho mais aqui na minha carteira.
– Jura mesmo?? Quanto vc ten pra me emprestar? Aiiii.. vc é um anjo mesmo, sabia????
E engata de frente pra mim, me abraçando rosto a rosto novamente.
E a vontade fermentando dentro de mim.
– Eu te dou 100 se vc quiser, desde que faça algo por mim também.
– Aé? O que vc vai querer que eu faça? Quer que eu te apresente alguma amiguinha minha que esta aqui??? – e ria que não parava mais.
– Não.. imagina.. não é isso não.
– Nossa.. então eu não sei o que quer. Tó até com medo agora do que vc vai me pedir.
Seguro em seu queixinho e me aproximo para falar bem no seu ouvido.
Minha barba mal feita desliza em seu ouvido direito, causando um pequeno arrepio na menina.
Era só isso que eu precisava ter visto. O resto era comigo mesmo.
– Eu te dou 100 reais agora na sua mão se vc me deixar chupar vc um pouquinho. – pronto.. acabei falando.
– Aãããh?? O que foi que vc disse??? Você tá louco cara???
Apertei ela mais forte em meus braços, para não deixa-la fugir.
– Olha só.. agente faz assim. – abri minha carteira e saquei 2 notas de 50 reais, passando para suas mãos. Ela estava assustada.
– Eu te prometo que não demora. É só um beijinho no meio das suas pernas. Não precisa nem tirar sua saia nem sua calcinha.
– Você tá louco cara, vc tem namorada, eu também tenho um. Você é mesmo um abusado, sabia???
– Não é nada disso menina. Se preferir a gente faz diferente então. Você só me deixa olhar.. pode ser até no seu quarto mesmo, com a luz meio que apagada. São 100 reais só pra dar uma olhadinha, não acha jsuto?
– Até parece que é assim… não é só me olhar que vc quer não…
– Te dou 150 reais então… e vc me dá só 2 minutos pra olhar vc sentada na cama de saia e de calcinha. Melhor assim.
Abracei ela de forma bem carinhosa e percebi que ela ria meio sem graça, olhando pro chão.
Era um bom sinal.
– Me dá 5 minutos.. vou pensar no meu quarto, ai eu te aviso se vai rolar ou não, tudo bem?
– Pode ser, vc é quem manda.
Dito isso a garota me devolve o dinheiro na mão e se manda apressada, subindo direto ao seu quarto.
Parte 3: Proposta aceita
Esperei 5 minutos, 10 minutos e nada dela aparecer ou me chamar.
Resolvi subir até lá para conferir.
Já nos ultimos degraus da escada, ouço o som de uma conversa ao telefone vindo do seu quarto, que ficava no fim do corretor.
Vou de mansinho, passo-a-passo em direção a sua porta e espio pelo vão que esta entreaberto.
Noto ela sentada na cama, conversando com alguém no telefone.
Pelo tom da conversa imagino que seja o namorado.
A ligação se encerra e ela coloca o telefone no gancho.
E eu entro devagarzinho, mas antes apago a luz.
– Quem é que tá ai.. é vc por acaso?
– Sim.. sou eu, mas fala mais baixo que alguém pode ouvir.
– Desencana cara, desisti da sua ideia.
Mas antes que ela tenha uma resposta minha, me atiro em cima dela na cama.
Parecia uma brincadeira de crianças.
Ela ria e dizia.
– Para com isso, seu louco, tá me machucando os punhos.
Pego mais leve com ela, mas não saio de cima ainda.
– São 150 reais menina.. só por 2 minutinhos – aliso também seus braços.
Parece que ela começa a se render a minhas intenções.
Me sento ao seu lado, beijo seu pescoço e acaricio seu rosto.
Ela fecha seus olhos e apoia a cabeça em meus ombros.
Acho que finalmente havia domado a fera.
Parte 4: Trato é trato
“Chupa essa menina! Chupa ela de calcinha e tudo” – era a voz da conciencia.
Ao erguer sua cabeça novamente me empurra para fora da cama.
Caio no chão sentado a sua frente e observo ela levantar as pernas para tirar a calcinha por baixo da mini-saia.
Assim que a tem na mão arremessa com violência em minha cara.
Sinto o cheiro do sio. O suor suave naquela minuscula calcinha de cor escura.
Azul talvez.
Ela agora ri feito criança. Prestes a aprontar uma das suas.
Se vira no sentido da cabeceira da cama e ascende seu abajur.
A luz alaranjada dá um tom sofisticado ao quarto escuro.
O clima está ideal.
Ela volta a se sentar na cama de frente pra mim, agora tocando os pés descalços no chão.
- Cadê o dinheiro? Deixa ele comigo – falava em tom de ordem.
Do meu bolso volto a sacar minha carteira. Passo os 150 reais para a garota. Ela coloca as notas debaixo do seu travesseiro.
E gentilmente abre um pouco as pernas para o lado, indicando o caminho para mim.
Sua mini-saia preta quase esconde sua xoxota.
Leva as mãos entre as pernas como se quisesse sentir a temperatura.
Nisso me aproximo ainda sentado.
Beijo seu joelho e sinto sua pele arrepiada.
Nada de beijo na boca… vou direto com sede ao pote.
Encosto em sua buceta. Toda molhada mas fechadinha. Pouco uso, como já suspeitava.
Ao sentir minha lingua acarriciando ela se deita na cama. Joga as pernas sobre meu ombro.
E geme baixinho.
- Eu quero mais dinheiro….aaaahhh… se vai me chupar toda eu quero mais dinheiro…. – a ganancia nem sempre tem explicação.
No primeiro instante que introduzo meu dedo para abrir sua xota um pouquinho mais ela repentinamente se ergue afoita.
Em um reflexo rapido assalta minha carteira do meu bolso e a abre bem na minha frente.
- Você tem mais dinheiro aqui seu sacana!! Tem mais 50 reais que agora são meus também!!
Surpreso diante de tamanha audácia da garota pulo em cima dela na cama. Precisava mostrar a ela antes de tudo quem estava dando as cartas naquela rodada.
Tomo minha carteira de suas mãos e a prendo embaixo de mim.
- Me solta!!! ME SOLTA!!
- Você quer mais dinheiro, é?? Eu te dou mais dinheiro.
- Eu te dou tudo o que eu tenho. São mais 100 reais, essa nota e mais 5 de 10 reais, é isso que vc quer??
- A gente combinou seu idiota.. se vai fazer isso comigo vai ter que me pagar o que eu quero mesmo!!! ME DÁ TODA ESSA GRANA LOGO!!
A menina era determinada. Não brincava quando o assunto era dinheiro.
Mesmo que tivesse que liberar sua buceta para minhas chupadas.
Parte 5: Eu, minha língua e meu dinheiro
Mas engraçado, naquela noite estava me sentindo tão generoso.
Minha vizinha, uma garota tão bonita, na flor da idade.
Eu, minha lingua e meu dinheiro, com um único proposito de estorquila como os flanelinhas fazem comigo no transito.
Ainda dou uma esfregada na chana dela e limpo as arestas com meus dedos. Trabalho de primeira.
Por 250 reais!
Mas peria, vamos negociar direito essa questão.
- Combinado, sua putinha CARA.. eu de tou mais 100 reais. Ai vc fica com 250, tá legal?
- Mas eu vou fazer isso do meu jeito, ok. Vou colocar essa grana que esta comigo dentro do seu “cofrinho” ai.
- Vou depositar direto na sua “poupança”. – piada velha, que provavelmente ela não era nem nascida quando surgiu. Nem eu era pra dizer a verdade.
- O que?, vc tá pensando em enfiar 100 reais na minha bunda? VC TÁ LOUCO CARA???
- Calma menina.. a gente dá um jeito de fazer isso. Afinal de contas são 100 reais!!!
No criado mudo ao lado de sua cama, eu havistei um caderno aberto com um canetão jogado em cima.
Tinha a espessura de 3 canetas Bic e a parte de trás era lisa e arredondada.
“Mas que ideia genial garoto!!!!” Pensei.
“Essa caneta roliça vai me quebrar o maior galhão”
Voltei para o chão do quarto e peguei a caneta em mãos.
- O que é que vc tá pensando em fazer, posso saber? – era nitida a preocupação da vizinha.
- Já resolvi nosso problema. Aqui estão os 100 reais, que passarão a ser seus. Mas antes ele vai entrar no seu bumbum. Bem devagarzinho. Não se preocupe.. farei com todo cuidado. – não consegui esconder tamanho cinismo. Comecei a rir.
E ela também. Riu de preocupação.
Observou atentamente eu abrir o canetão pela tampa da frente, dobrar as cédulas todas juntas, formando um fino canudinho. Coloquei dentro do objeto.
Pronto, estava feito o consolo mais custo-benificio do mercado.
Ai se a moda pega!
Parte 7: Com cuidado, por favor!
- Não acredito que vc vai fazer isso mesmo comigo. Você só quer me machucar!
- Não minha linda, lhe dou minha palavra que não sentirá dor nenhuma.
- É a primeira vez que colocam no seu bumbum?
- É claro que sim! O que vc acha que eu sou afinal de contas??
Nem respondo a ela o que eu penso sobre isso.
Apenas seguro os ombros dela e a oriento a dobrar os joelhos, ficando de quatro para mim.
Estava agora com toda a luz do abajur de sua cama iluminando sua intimidade. Só aquele panorama já valeria todo o dinheiro que eu tinha a oferecer naquela noite.
Nem ouso a chupa-la antes de usar o canetão.
Era um sonho de criança introduzir algo como esse em uma garota. Ver o seu cuzinho se abrindo para a entrada daquele objeto adaptado quase me levou ao orgasmo ali mesmo.
- Aiii.. tá doendo o meu rabinho!!! – ainda encontrando tempo de ser manhosa.
- Só mais uma enfiadinha e eu paro, tudo bem??
- Uhhhh.. dá uma sensação estranha essa caneta ai dentro!!!! – a menina já estava relaxando.
- Você vai me comer também??? – ela já estava realmente curtindo a brincadeira.
- Não.
- Por que?
- Porque eu não tenho mais dinheiro. – brinquei.
Gargalhadas gerais.
- Me dá um beijo então?
- Não querida, também não posso.
Ai a menina virou fera. Arrancou a caneta do rabo, se virou para mim e quase me agrediu.
- Porra, seu merda, o que vc tá pensando que vc é? Faz tudo isso comigo e nem tem a coragem de me beijar? VOCÊ SÓ QUER ME USAR MESMO, NÉ SEU FILHO DA PUTA!!!
E se pôs a chorar.
Consolei ela em meus braços.
- Me beija.. por favor me beija!!! – ela suplicava segurando em meu queixo.
Mas eu sou assim.
Não beijo, não penetro se não estou afim.
Me desculpe vizinha, mas dessa vez nada disso vai rolar entre a gente.
Ainda abraçada a mim suspirava apoiadando seu rosto no meu peito.
- Sabia que você é um canalha? Sabia disso?
Deitei ela novamente na cama. Estava completamente domesticada agora.
Me ergui a sua frente. Ela me observa atenta.
Abro meu ziper, a poucos centimetros de seu corpo e tiro ele pra fora.
A menina grita de tesão. Afinal de contas meu pau estava mesmo duro e molhado.
Não a deixo se aproximar.
Esse era o jogo do poder.
Seguro firme ela a distancia, pela cintura e a sento em sua cama. Como no começo.
E la vai minha cabeça parar no meio de suas pernas.
Ela estava absolutamente molhada. Escorria aquele sabor pelos meus labios, pelo meu queixo. Até parar no meu pescoço.
Meu pinto ainda estava pra fora da calça. E eu tocava uma de leve escondido.Também não era de ferro.
Foder ela com minha rola jamais. Era risco de gravidez. Risco de paixão instantanea também. De minha parte é claro.
Gozar junto é algo sério. Vicia.
Repito: TÕ FORA!!
Parte 6: E para terminar…
Ela se mechia arrisca na cama. Notava o movimento de suas mãos por dentro de sua blusa, acariciando seus seios. Vez ou outra essa mesma mão arranhava minhas costas, por dentro de minha camiseta.
A outra mão não erguia pé da sua buceta. Ela abria mais para eu chupar mais fundo. Pois havia encontrado o ponto certo do seu prazer.
Bem acima, na ponta do seu clitoris, era ali que eu precisonava a minha lingua.
Sabia que poderia faze-la gozar.
E minutos depois a fiz.
Parecia anestesiada na cama. Não tinha forças para reagir.
Me levantei, pela ultima vez agora e observei ela em transe.
- Me abraça então.. se deita comigo? – era uma criança na verdade.
Pensei comigo mesmo: “preciso fechar isso com chave de ouro. É questão de carater agora!”
Peguei o canetão, que estava jogado na cama, abaixo de um de seus pés. Abri o tampão e retirei os 100 reais.
Ela estendeu suas mãos, ainda deitada, como se pedisse pela grana.
- Querida.. meu anjo… você fica com os outros 150 reais, estes que estão debaixo do seu travesseiro. Esses 100 reais aqui são meus.
- Afinal de contas o seu serviço não vale 250 reais. Valem 150!
A garota ficou pasma, mas riu muito depois que entendeu a minha oferta.
- Você não vale nada mesmo, seu canalha!!!
- Mas tudo bem, eu fico com o que deixou comigo. Você vai embora agora?
- Não.. vou descer porque estou com fome ainda. A gente se encontra lá embaixo.
- Tá legal, vou tomar um banho e já desço. Mas PERAI, vc não quer se lavar também??
- Não.
- Sério mesmo?? vai ficar cheirando assim??
- Vou.
- Você é louco mesmo cara.. todo mundo vai perceber esse cheiro em vc.
- Eu sei, é cheiro de buceta. É o seu cheiro.
- Cara, você NÁO PODE descer assim… por favor, lave então o rosto.
- Ok.. vou descendo.
Me virei e sai do quarto, desci as escadas e passei pela cozinha. Segui no corredor e passei pela ultima porta da casa, que dá em frente a churrascada, onde o pagode tocava alto e a molecada enchia a cara. Havia muita fumaça no lugar. E o cheiro de carne suculenta.
E eu não me lavei, mas também ninguém notou.
Bebi e comi, com o sabor e o cheiro da menina em minha boca.
Tive uma noite bacana.
E me lembrei de Pete Townsend escrevendo em sua música
“I’d call that a bargain
The best I ever had”
Quem conhece sabe o quanto essa música é legal!
Eu pelo menos gosto